Saúde Frugal - O guia ao crudivorismo


Saúde Frugal - O guia ao Crudivorismo frugivorismo, a dieta original 



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Tamanho: 16 x 23
Número de páginas: 272
Edição atual: 1 edição revisada

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1 edição: Últimas 100 cópias em promoção de 42 reais. A segunda edição foi revisada, adicionado dezenas de referências bibliográficas, depoimentos de leitores, referências numéricas, uma imagem nova, mas perdeu um capítulo o de higiene natural que será reformulado e inserido em um futuro livro.

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Eduardo Corassa

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Texto da contracapa:


Cientistas acreditam que a raça humana habita a terra há 8 milhões de anos.
Antropologistas sugerem que há menos de 10 mil anos foi iniciada a prática do cozimento, entretanto, em uma quantidade ínfima comparada a atual. Todas as mais de 700.000 espécies que habitam o planeta, viveram, vivem e continuaram a viver e prosperar em uma dieta completamente crua. Diferente do ser humano moderno, nenhuma delas apresenta as doenças denominadas “normais”.

De acordo, praticamente, com todas as áreas que podemos abordar, desde diversas ciências, história e a própria mitologia, está comprovado que existiu realmente uma era dourada, um paradisíaco Jardim do Éden, no qual a raça humana vivia uma eterna paz, livre de doenças, uma existência prístina. Os parâmetros dentários de nossos ancestrais, nossa fisiologia, anatomia, necessidades nutricionais, entre outros,indicam que seres humanos, ao longo de sua existência, foram primariamente animais frugívoros, ou seja organismos que baseiam suas dietas em frutas e vegetais tenros.

Mas todas as evidências apontam que, devido as condições climáticas adversas, fomos literalmente expulsos daquele paraíso. Seres humanos foram forçados a fazer o possível para sobreviver. Começaram a utilizar o fogo para transformar alimentos impróprios a sua espécie em sua alimentação, alimentos esses impossíveis de serem consumidos em sua forma crua. Com isso, mudando sua relação com a natureza, abandonando seus prístinos hábitos dietéticos e mudando para sempre o rumo da raça humana.

Se você quer descobrir o porquê do índice de doenças aumentar a cada dia, apesar dos avanços da medicina moderna. Se você quer descobrir porque algumas pessoas chegam a ser centenárias em perfeitas condições físicas e livres de doenças, enquanto outras sofrem inúmeras condições degenerativas e morrem aos 50 anos ou antes.

Se você deseja evitar ou até mesmo reverter qualquer tipo de doença, obter um melhor rendimento físico e mental, seja para seu esporte ou trabalho, praticar uma dieta em que você come o quanto desejar de alimentos doces e nunca engorda, ter mais energia, literalmente, parar o processo de senescência e aparentar e se sentir mais jovem que nunca, você tem, no momento, o segredo em suas mãos. Este livro será o
seu primeiro passo de volta ao paraíso e a verdadeira herança de saúde e vida próspera que a natureza nos deu, quando da nossa criação. Acredite, envelhecer não é sinônimo de adoecer, assim como a doença não é um processo inevitável da vida.


Índice

Capítulo 1 - O CAOS, sua natureza, consequências e extinção
Capítulo 2 – O crudivorismo
Capítulo 3 – Nutrição Instintiva
Capítulo 4 – Saúde Frugal
Capítulo 5 – A Higiene Natural
Capítulo 6 – Ciência nutricional
Capítulo 7 – Como ser bem sucedido na dieta frugal
Capítulo 8 – Perguntas Frequentes
Capítulo 9 -  Cardápios higienistas e análise nutricional






O texto abaixo, é um ínfimo trecho do livro:



Os problemas provocados pelo cozimento

Quanto mais cozinhamos, mais destruímos o nosso alimento, mais ele perde o valor nutricional e se torna cada vez mais prejudicial à saúde. Um alimento cozido “estraga” mais rápido do que um alimento cru, quando fora da geladeira, porque o cozimento causa a oxidação e assim o alimento rapidamente se deteriora. Na verdade, após o cozimento, ele já está “estragado”. Se cozinhamos em temperaturas altas, durante longo tempo, a única coisa que sobrará será cinza. Nutricionalmente falando, não existem benefícios em cozinhar alimentos crus, apenas malefícios. Portanto, só deveríamos cozinhar na falta prolongada de alimentos crus e frescos. Ou seja, deveríamos cozinhar apenas, quando estivéssemos perto da inanição, muito tempo sem conseguir alimentos.

Interessante o fato de quase todas as pessoas atearem fogo em seu alimento. Se não ateiam diretamente, utilizam uma panela, passando o calor para o alimento e fica visível a olho nu a destruição e a perda da vida do alimento, ele vai ficando murcho, perde sua cor vibrante e cada vez mais escuro. Se ficar fora da geladeira, estraga rapidamente.

Não entendemos que o fogo que queima nossa mão ao expô-la, é aquele que aquece nossa comida. Sabemos que morreríamos se fossemos “cozidos” ou expostos ao fogo em altas temperaturas, mas não temos noção da destruição que o fogo causa na comida e dos efeitos deletérios que sofremos ao consumi-la após essas alterações químicas. Como podemos acreditar que tal prática não é maléfica?

Quando aquecemos alimentos a pouco mais de quarenta graus Celsius damos início a inúmeros problemas. Como uma regra exata, se a panela estiver tão quente a ponto de não conseguirmos colocar nossa mão, acima do que ela pode suportar, esta temperatura já é o suficiente para alterar de forma adversa seu alimento.

O cozimento acarreta os seguintes danos:

* A perda do real sabor do alimento, engana nossos sentidos, permite a ingestão de alimentos não adaptados a nossa fisiologia. Torna viável a ingestão de alimentos cujo o gosto não é apreciado por nossas papilas degustativas em seu estado cru. Alimentos cozidos, ricos em amido e gordura, são insípidos a língua humana, precisam de temperos e outras substâncias para “dar sabor” e por isso os utilizamos (sal, açúcar, glutamato monossódico). Entretanto, esses condimentos são nocivos a saúde, irritam nossos órgãos digestivos e prejudicam a digestão. Uma banana fresca, crua e madura é deliciosa ao natural. Entretanto quando cozida, quase não tem gosto e por isso colocamos açúcar e canela.

* A remoção da água de dentro do alimento. Esta é uma das principais razões que pessoas adeptas a comida cozida sentem tanta sede. Sabemos que o corpo humano é em sua maior parte constituído pela água e, portanto, ela é um dos nutrientes essenciais à saúde humana, no entanto, jogamo-la “fora” ao cozinhar.

* Enzimas, coenzimas e a maior parte das vitaminas são destruídas pelo calor. A fibra, antioxidantes, fitonutrientes também são danificados. Enquanto os minerais, ao invés de serem destruídos, são perdidos (lixiviados na água) e os que ficam se tornam menos biodisponíveis. É amplamente conhecido que diversos nutrientes como vitaminas, enzimas e fitonutrientes são especialmente vulneráveis e destruídos, mesmo quando submetidos a temperaturas relativamente baixas.

* A coagulação e deaminação das proteínas, tornando-as menos digestíveis e assimiláveis ao corpo. Proteínas não digeridas devidamente são uma das principais causas de alergias, pedras e falhas dos rins, artrite e outras doenças autoimunes.

* A caramelização e desorganização dos carboidratos, tornando os alimentos menos digeríveis. Outros problemas são gerados, como a produção de acrilamidas, uma substância altamente cancerígena, descoberta recentemente. Em adição, carboidratos cozidos contém glicotoxinas e uma destas é um (AGE) “produto final da glicação avançada”. (AGEs) contaminam o corpo, deixando-o vulnerável ao Câncer, Alzheimer e várias outras doenças e causando o envelhecimento precoce.

* As gorduras tornam-se rançosas quando expostas ao calor, ar ou luz. E, ao serem cozidas ficam “grudentas”, facilmente agarrando nas paredes de nossas artérias. Verificamos quão grudenta é a gordura cozida, quando lavamos pratos e panelas usadas para cozinhar e comê-las. Ou ao lavarmos nossas mãos após comer pizza sem talheres. Agora imagine o que ocorre quando essa gordura grudenta percorre suas artérias.

Quando aquecemos a gordura, ela fica rançosa, produzindo radicais livres, acroleinas e outros mutagénos e cancerígenos. Para agravar, o cozimento transforma algumas gorduras insaturadas em saturadas. Métodos de cozimento em altas temperaturas (frituras, churrascos) fazem a gordura produzir substâncias cancerígenas como a acroleína, hidrocarbonetos, nitrosaminas, benzopirenos, entre outras.

* Como confirmado por centenas de pesquisas no prestigioso livro “Diet, Nutrition and Cancer”, durante o cozimento são formadas antivitaminas, antinutrientes, perigosos radicais livres, substâncias cancerígenas e mutagénas, que não se encontravam anterior ao cozimento. Radicais livres são comprovadamente uma das causas do câncer. Quando você diminui a quantidade de radicais livres em seu corpo, você diminui seu risco de câncer. Cozinhar, queimar ou defumar produz altos níveis de moléculas heterocíclicas, muitas das quais adutam ao DNA e são cancerígenas.

* Nosso sistema imune reage à introdução de alimentos cozidos da mesma maneira que substâncias patogênicas como bactérias e vírus. A leucocitose digestiva ocorre após a ingestão de alimentos cozidos, demonstrando que não é algo normal ou benéfico ao nosso corpo.

* As fibras naturais são radicalmente alteradas, aumentando o tempo dos alimentos no trânsito intestinal. O mesmo alimento cru, que passa rapidamente pelo nosso intestino, demora o dobro ou o triplo do tempo quando cozido. Isto facilita a fermentação de carboidratos, a putrefação de proteínas, causando a intoxicação, já que os subprodutos deste processo de apodrecimento vão parar na corrente sanguínea.

* O cozimento facilita a ingestão excessiva de calorias, devido a dois fatores, o primeiro é que a perda de água, ocorrida durante a fervura, diminui o volume do alimento, facilitando ao indivíduo conseguir ingerir uma quantidade maior e anormal. Esclareça-se ainda que a densidade calórica dos alimentos usualmente cozidos, tende a ser maior do que a de nossos alimentos naturais, por isso consumimos quantidades absurdamente maiores do que conseguiríamos se o alimento estivesse cru.

* A má nutrição causada pela ingestão de alimentos cozidos faz com que nosso corpo, mesmo já satisfeitos, ansie por mais nutrientes, devido ao fato de nossas células estarem mal nutridas. Levando-nos a consumir mais alimentos. O que é sem dúvida uma das causas de desordens alimentares e obesidade.

Resumindo, comida cozida é um veneno, que apesar de atuar lentamente, deteriora e destrói o corpo humano com o passar do tempo.

Abaixo, mais um pequeno trecho da parte da conclusão do livro:

                                          “Só sei que nada sei” Sócrates, filósofo grego.

Após o início do estilo de vida higienista, como descrito neste livro, todas as minhas alergias, desde a infância, foram curadas, bem como o catarro, dores de garganta, mau hálito matinal, faringite, gengivite, fadiga crônica, princípio de diabetes, febres, infeções e inflamações frequentes, também muitas das minhas dores de coluna. Sumiram os problemas respiratórios, que alguns médicos diziam que eu tinha “nascido com eles” e não teria como eliminá-los, só reduzi-los através de cirurgia.
Após duas décadas de sofrimento e uma qualidade de vida longe do ideal, cansei de seguir recomendações e prescrições médicas, recusando-me a fazer cirurgias, terapias, exames, tomar remédios etc.. Entretanto livrei-me de todos os “incuráveis” problemas, que vivenciei durante praticamente toda minha vida.

Todos os inúmeros sintomas que possuía relacionados à diabetes (apesar de nunca ter sido diagnosticada) desapareceram, como sede e urina frequente, candidíase e fadiga crônica. Meus problemas digestivos, constipação crônica, gases, inchaço intestinal e dores abdominais foram curadas.Por derradeiro, vi-me livre das minhas dores de coluna, quando estava prestes a operar. Tudo isso aconteceu graças a ter alterado meu estilo de vida e me tornado um crudívoro. Por isso a razão deste livro, compartilhar com você, caro leitor, o que é possível, com uma simples alteração de vida - fácil, prática e prazerosa.

Nos últimos cinco anos, praticando o crudivorismo, mantive meu peso sem esforço algum, diferente de todo o resto da minha vida, em que vivenciei continuamente o famoso “efeito sanfona”. Passei a ter uma performance mental e física, imensuravelmente maior do que já havia tido, indo desde uma melhor performance escolar, profissional, desportiva até outros aspectos do cotidiano.

Estou livre de praticamente todos os maus odores corporais, vivencio dia a dia uma sensação única de pureza interna, em outras palavras uma sensação de limpeza fisiológica.Aparento mais jovem, inclusive comparando com minha aparência de cinco anos e meio atrás, quando adotei o estilo de vida higienista. E além de tudo, sinto-me mais jovem do que em toda minha vida.

Não sinto frio em temperaturas nas quais a maioria das pessoas precisam se agasalhar. Não sinto calor, nem sede, de baixo do sol forte, ainda que me exercitando freneticamente. Nunca mais fiquei resfriado, não tenho caspa ou espinhas. E, provavelmente, um dos melhores benefícios é a clareza mental, calma, paz de espírito, bem estar e alegria constante. Estes são apenas alguns dos benefícios vividos e, a cada ano que passa, continuo a ser surpreendido por novas incríveis melhoras em minha saúde e bem estar.

A mais de cinco anos e meio, levo uma vida baseada nos princípios da Higiene Natural, tendo feito alguns jejuns higienistas longos. O maior foi de 24 dias, consumindo apenas água. Tenho uma clareza mental, sem precendentes para mim, junto com níveis de saúde sem igual na sociedade moderna. Antes desse atual estilo de vida, sofri de frequentes resfriados, febre, dores de garganta, espirros, e outras das usuais enfermidades que todos consideram normais. Hoje, não acredito mais que sejam normais esses sintomas, já que nunca mais os vivenciei.

Nestes cinco anos, nunca mais tomei nenhum tipo de remédio, vacina, suplemento ou qualquer coisa do gênero. Não pratiquei nenhum tipo de terapia, cirurgia ou outro procedimento similar.E longe disso tudo, recuperei e mantive minha saúde de forma inigualável e infinitamente melhor do que quando adotava esses métodos. 

Apesar de nossa natureza tão simplista, o universo em que vivemos é extremamente complexo e, por isso, o homem está começando a aprender e talvez nunca compreenda totalmente o funcionamento do corpo humano e das leis da natureza. Portanto, prefiro, confiar na sabedoria da Natureza e nos métodos naturais, que deram certo até os dias de hoje e são inerentes e instintivamente praticados pelos seres humanos em condições naturais. Ao contrário da prática usual que, apesar de recomendada pela maioria dos praticantes da medicina, falhou comigo durante meus 22 primeiros anos de existência.

Empenhemo-nos em entender a ordem racional de como operam a natureza, os organismos vivos e o mundo em que vivemos, instituída pela força maior que promoveu a vida na terra. E, inteligentemente, obedecer tais leis, para que possamos em cooperação com a natureza, viver uma vida harmoniosa e obter todas as benesses da vida para qual todo ser humano foi criado.
Espero do fundo de meu coração que estas informações lhe sejam proveitosas. Cabe, agora, a você determinar o rumo da sua saúde e de sua vida.

Subcapítulo do livro

Sal (cloreto de sódio) 

Cloreto de sódio, o famoso sal de cozinha, é um mineral inorgânico extraído do mar. Por ser inorgânico, nosso corpo não pode utilizá-lo e, portanto, sua ingestão leva este mineral a ser mantido e acumulado em nosso corpo, o que leva a retenção de água para diluí-lo e, por isso, consumidores de sal possuem uma aparência inchada.

O inchaço e a retenção hídrica é um sinal claro de que o cloreto de sódio é tóxico e não foi assimilado. Os usuários de sal sentem sede constante e bebem muita água. Esse é o principal indício de que a substância que adoram, está desidratando e os matando.

As plantas ao sintetizar seus alimentos, retiram os minerais inorgânicos do solo, transformando-os em orgânicos. Em seu estado orgânico, como encontrado nos alimentos das plantas, é a única forma a qual os animais podem assimilá-los e, portanto, se beneficiar deles. Agora em sua forma inorgânica, como o sal, suplementos e outras formas não naturais de extrair e consumir minerais, são deletérios a saúde humana e incapazes de serem utilizados. Nossa necessidade é pelo mineral orgânico sódio, e não pelo inorgânico cloreto de sódio (sal de cozinha).

“No Japão antigo, Samurais cometiam o hari-kari para acabar com sua desonra. Quase todos nós já ouvimos o fato que eles esfaqueavam a si mesmos em um ritual de suicídio. Mas existiam outras formas e uma delas era uma longa morte agonizante, para aqueles com as maiores desonras. Era ingerir um saco de sal marinho, com menos de 450 gramas e uma pequena quantidade de água, em torno de um litro, e consumi-los o mais rápido possível.
O resultado era a destruição do interior do corpo, assim como a desidratação. A morte não era instantânea, mas na manhã seguinte era certa. Marinheiros por todo o mundo são ensinados que não devem beber a água do mar se querem sobreviver a um naufrágio e estão sem água potável, porque beber água do mar causa morte por desidratação.” Higiniesta Dr. Tim Trader

Para termos noção de quão nocivo é o sal, é necessário apenas ter uma ferida aberta e entrar na água do mar, isto é o suficiente para percebermos o quão irritante e destrutivo ele é. Agora imagine o que esta substância vil e irritante, em uma forma refinada e concentrada causa dentro do seu delicado organismo, correndo por suas artérias, veias e em contato com seus tecidos e células.

 O excesso de sal é acumulado em vários lugares no corpo, tais como as paredes das artérias, o qual prejudica o fluxo sanguíneo e assim elevando a pressão sanguínea, o que aumenta a chance de problemas cardíacos e todos os problemas ligados a circulação sanguínea, até mesmo a impotência sexual.

De acordo com o famoso estudo nutricional DASH, é completamente previsível o aumento da pressão sanguínea, a medida que o consumo de sal aumenta. Portanto, se você consome sal, por mais que você não tenha problemas agora, eles definitivamente virão mais cedo ou mais tarde 7.
Em seu livro “Raw Secrets”, Frederic Patenaude fala: “O corpo humano precisa de menos de 500 mg de sódio diariamente (talvez um pouco mais se você for extremamente ativo) e uma colher do melhor sal marinho céltico contém 1900 mg de sódio. O sal mata a vida, é por isso que preservamos os alimentos com sal, assim prevenindo a atividade da vida de ocorrer. O sal é um antibiótico (o que significa literalmente “anti-vida”).” .

Cloreto de sódio (sal) mata as papilas degustativas. E isto é fácil de comprovar, já que todos sabem que usuários de sal sempre reclamam que sua comida não está salgada o suficiente e sempre pedem por mais sal na refeição, alegando que ela está insossa. Enquanto o indivíduo não larga tal hábito nocivo, é impossível realmente apreciar o sutil sabor das frutas e vegetais.

 A dose letal de ingestão de sal é em média 100 gramas. Há indivíduos que alegam até mesmo 60 gramas ou menos, se for ingerido de uma só vez. Não precisamos de pesquisas para provar o quão nocivo é uma substância quando uma ínfima dose de gramas, ingeridas de uma só vez, é fatal ao organismo humano. Portanto, praticamente todos na civilização moderna consumindo sal, praticam um suicídio lento, já que pequenas doses não matam, mas certamente envenenam e aceleram o processo.

Apesar do amplo conhecimento que o sal é nocivo, as recomendações nutricionais de sódio continuam altíssimas, por serem influenciadas pela indústria alimentícia, a qual para fornecer mais “gosto” a seus alimentos, carrega-os de grandes quantidades de  sal . E diminuir tais recomendações, seria  reduzir drasticamente a quantidade  utilizada em  praticamente todos os “alimentos” vendidos na atualidade. Apesar de ser altamente benéfico à saúde do consumidor, ia ser péssimo para o sabor dos alimentos vendidos e, portanto, pra comercialização dos industrializados.

Apesar do consumo de sal ter aumentado drasticamente, devido à alimentação industrializada e os danos terem se tornados amplamente visíveis e reconhecidos pelos profissionais de saúde, a maioria apenas recomenda a ingestão “moderada” após os cinquenta anos de idade ou para hipertensos. Entretanto, após cinquenta anos de consumo de uma substância tão vil e não nutritiva ao corpo humano, ele obviamente terá sido amplamente danificado.

Médicos e nutricionistas recomendam o corte da ingestão de sal para pessoas com pressão alta, problemas cardíacos, nefronpatias (doenças nos rins) e inchaços (edema). Entretanto, pessoas saudáveis podem "consumir livremente", o que é prejudicial e tóxico a doentes. Claro que todas essas pessoas que contraíram essas doenças, eram saudáveis um dia, e um grande fator causal no desenvolvimento delas foi o sal e a falta de admoestação e educação sobre seu consumo. Na atualidade, 17 milhões de brasileiros sofrem de hipertensão, o que amplamente comprova o que o aumento no consumo de sal vem causando 8.

Japoneses são famosos por possuírem pressão alta e por consumirem grandes quantidades de sal, em seus fermentados de soja. Inúmeras civilizações "primitivas" nunca consumiram sal e eram robustos, saudáveis e não apresentavam nenhuma deficiência devido sua falta. Índios e outras populações “primitivas” nunca utilizaram sal antes da chegada do "homem branco”, e eram saudáveis, não demonstrando deficiências ou necessidade alguma de sódio, além do naturalmente contido nos alimentos. Na verdade, a utilização do sal é bem recente, comparado aos milhões de anos que seres humanos habitam o planeta terra.

Todo o sal, desde o normal, até o marinho, do Himalaia, Céltico ou qualquer outro tipo vendido como “natural” é tóxico, irritante e corrosivo ao nosso organismo. Eles geralmente contêm metais tóxicos, como o chumbo, cádmio, mercúrio e hidróxido de alumínio (um metal tóxico, fortemente ligado à doença de Alzheimer). Não obstante que o sal comum é geralmente iodado. Apesar do iodo em sua forma orgânica e natural contido nos alimentos ser essencial, iodo adicionado pela indústria alimentícia é inorgânico e, portanto, inassimilável e tóxico.

Nossos alimentos naturais já contém as proporções ideais de minerais, inclusive de sódio. O consumo excessivo  de sódio  causa a hipertensão, desidratação, edema, problemas cardíacos, infarto, entre inúmeras outras doenças.